Skins, IT Crowd e Outras Séries Para Assistir (ou Não) Nas Férias

Nas últimas semanas comecei a colocar em dia o que não tive tempo de assistir no ano passado. De algumas séries eu esperava mais, outras me surpreenderam.

The IT Crowd

Dois malucos trabalham no porão de um prédio, no setor de TI de uma grande empresa. Para “socializá-los”, é enviada uma mulher que não sabe nem ao menos ligar um computador.

Essa ficou devendo, ao menos a primeira temporada. Badalada no Twitter (mas o Cesar é suspeito), parece que boa mesmo é a terceira.

Alguns (poucos) episódios são realmente muito bons, mas outros beiram o patético, com piadas que você  recebe no email desde a época da Internet valvulada.

O sotaque dos personagens (um deles parece ser escocês, mas posso estar errado) é tenebroso, às vezes só com legenda, por melhor que seja seu inglês.

Vale a pena para aqueles horários em que não dá tempo de fazer mais nada, já que são episódios de menos de 30 minutos.

True Blood

Os japoneses inventaram o sangue artificial (o True Blood que dá nome à série) e isso fez com que os vampiros finalmente resolvessem “sair do armário”.

Eles começam a conviver em meio aos humanos, despertando curiosidade e principalmente raiva, já que homens e principalmente mulheres parecem ter preferência pelos mesmos.

No meio disso tudo, uma garçonete que lê pensamentos e outros personagens que não vou revelar os dotes para não estragar a surpresa.

Um detalhe já serviria para tornar a série obrigatória: Anna Paquin, fodasticamente gostosa em vestidos e shorts curtos, já que a série se passa em algum daqueles infernos do sul dos Estados Unidos.

The Big Bang Theory

A segunda temporada continua muito boa. Foram 12 episódios até agora e parece que volta com mais depois do recesso de inverno (nos EUA).

Sheldon continua sendo um dos maiores atrativos, com cenas inesperadamente hilariantes, como quando ele começa a gritar no cinema para encontrar o ponto com acústica perfeita.

Dexter

Essa eu já assisti até a terceira temporada, mas eu precisava de um motivo para falar da segunda.

Eu ainda vou escrever sobre “as mulheres de Dexter”, não só por causa de Jaime Murray (na foto), mas também por causa de Rita, a MILF loirinha queridinha cute cute.

Skins

Se você leu em algum lugar (assim como eu) que Skins tem algum parentesco com Malhação, marque essa página para nunca mais voltar.

A semelhança da série britânica com a novelinha brasileira acaba na idade dos atores.

Skins tem personagens bem construídos, interpretados por bons atores, e uma história com os dois pés na realidade. O fato de todos estarem às vésperas de entrar para a universidade é apenas um detalhe, já que nem de longe é uma série que só interesse à adolescentes.

Festas, drogas, sexo e tudo aquilo que os pais juram que filhos e filhas não sabem que existe é mostrado de forma nua e crua, na falta de algo mais original para dizer.

Os pais, por sinal, são mostrados geralmente como idiotas que não enxergam a realidade dos filhos no mundo à sua volta.

Se você já foi ou é adolescente e tem pais, sabe que isso é verdade na imensa maioria das vezes. Ponto para o seriado.

O primeiro episódio não faz jus ao todo, então tenha paciência e vá assistindo. Duvido que você largue antes do último.

Escrito por

j. noronha criou esse site em 2006, além de outros menos memoráveis.

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