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Acesse o youtube em 1 clique

A Brasil Telecom bloqueou o acesso ao youtube desde ontem. O acesso é normal para quem utiliza Velox, Telemar, Telefonica ou mesmo via Claro pelo celular.

Como sou cliente da Brasil Telecom e sei que a incompetência por lá é uma regra, na hora lembrei de um site que permite acesso via proxy online, para usar nesses casos. Geralmente ele é utilizado por quem quer baixar vídeos de sites que bloqueiam ips de certos países, notadamente o Brasil, que não dá lucro em publicidade.

Testei há alguns minutos e funciona perfeitamente, acesse o unipeak (não se assuste, você será redirecionado para a página de proxy, em outro endereço), role a página e você encontrará um campo para preencher com o endereço do site que quer visitar, preencha (http://www.youtube.com) e clique em go, na hora você verá a página do youtube normalmente, mesmo usando Brasil Telecom.

Update:

Se o unipeak não funcionar, use o hide my ass.

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BitTyrant, o novo Azureus

Um novo cliente de Bit Torrent, o BitTyrant, promete ser o mais eficiente no gerenciamento de uploads, visando aumentar a velocidade de download. Seu mote é ser um cliente de torrent egoísta.

Baseado em modificações do código do Azureus 2.5, um dos mais populares no mercado, está ainda em versão beta, ou software de pesquisa, como é chamado pelos desenvolvedores, e foi lançado em 02 de janeiro.

Ele privilegia quem lhe envia os arquivos com maior velocidade, deixando para os outros apenas a fatia ociosa de banda. Isso quer dizer que quem estiver recebendo arquivos de você, receberá na mesma proporção que envia, independente do cliente que estiver usando.

bittyrant

É enfatizado que, para funcionar, devem ser seguidas à risca as configurações de upload.

É preciso ter Java 1.5 instalado para funcionar. Já vou avisando que quem tem computador lento vai sofrer com ele, que é fominha por recursos. O arquivo é pequeno e os arquivos adicionais são baixados pelo próprio cliente durante a instalação.

Dica: quando aparecer o aviso para reiniciar, reinicie apenas o programa, não o computador.

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Bug no Wordpress 2.0?

Atendendo à sugestão do Cardoso, afinal o Donald Trump (com um corte de cabelo melhor, eu espero) dos blogs tem bom faro para assuntos que vale a pena escrever, um post meio técnico, mas que pode ser interessante para quem usa Wordpress.

Hoje pela manhã o blog acordou com o pé esquerdo, até achei que fosse por causa do calor, aqui no sul a temperatura anda perto dos 40º há pelo menos uma semana.

Aparentemente estava tudo normal, mas ao clicar no título de qualquer post, nos links para os arquivos ou categorias, abria uma página de erro, 404, files not found on this server, etc.

Depois de queimar os neurônios recém-acordados, resolvi dar uma olhada nos arquivos do Eniac ComputerWordpress instalados no servidor. Me chamou a atenção que havia um novo arquivo .htaccess logo abaixo do que costuma ficar lá, apenas com a diferença que havia um número no final, algo como .htaccess.15897877587. Abri o arquivo original e estava em branco, abri o novo e estava ali o conteúdo do original.

Copiei os dados, transferi para o original, deletei o novo e, voila!, tudo voltou ao normal.
Detalhe que não mexi em nada, não instalei nenhum plugin novo e nem cheguei perto desses arquivos recentemente, o problema simplesmente apareceu, literalmente, da noite para o dia. A causa só pode ser um bug no Wordpress 2.0, talvez até esteja relatado no suporte, mas com esse calor de matar a preguiça não deixa não tive tempo de procurar ainda.

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O Google se transformou na Microsoft 2.0?

Primeiro foi a questão da parada de crescimento na capacidade de armazenamento do Gmail (já voltou a crescer), que todo mundo noticiou junto com a parada da calculadora (já está funcionando). Depois a falha que permitiu acesso à listas de contatos. Até quem é muito desligado sentiu cheiro de fumaça no ar, avisando que havia algo errado com o Google.

Depois, a Tina Harris, sempre bem informada, deixou um comentário que me fez ir mais a fundo na história, graças a um link que ela me passou.

Esse link, em inglês, traz algumas novidades que eu não vi em nenhum site em português (ao menos nessa quantidade), à respeito das bolas foras chutadas pelo Google nos últimos 5 anos. A grande discussão que o site levanta, linkando para vários sites e blogs respeitados que corroboram os pontos levantados é, resumidamente, a seguinte:

O Google se transformou na Microsoft?

Quando foi fundada numa garagem, por dois estudantes de Stanford, a empresa adotou a política de ser a anti-microsoft, inclusive popularizando o slogan "do no evil", referência que ficou mais clara ainda quando seu sistema de buscas foi se transformando no portal que é hoje (apesar do Google negar ter se transformado num portal). Produtos gratuitos e eficientes versus software que já nasce obsoleto e custa uma fortuna.

Até aí tudo bem, o Google continua não cobrando por nada, mas o olho nos lucros parece ser cada vez maior, e percebe-se realmente que há algo muito errado quando Blake Ross, o pai do Firefox, parceiro de destaque e prestígio do Google escreve em seu blog:

Blake Ross

Trust is hard to gain, easy to loose

Ou, "confiança é difícil de ganhar, fácil de perder.

O artigo, para quem não lê em inglês, bate pesado no Google, questionando, principalmente, a lisura dos resultados de busca, em que até termos como "Yahoo calendar" trazem as "tips", que ele chama de anúncios camuflados, do Google calendar. Ou qualquer busca que envolva blog, que traz "tips" para o Blogger.

Sites como o Googlewatch vão além, comparando o Google ao Big Brother (não o da Globo, o do livro do George Orwel), e chegam a exagerar (será?) dizendo que no futuro próximo todos hospedarão seus sites nos servidores do Google, numa internet totalmente diferente que eu chamaria de internet 3.0, ou Googlenet.

A conclusão à que todos parecem chegar é que se o Google se transformar numa versão da Microsoft no quesito mesquinharia, estará fadado ao fracasso e à falta de credibilidade que a empresa de Gates enfrenta hoje, perdendo cada vez mais terreno para o software livre e mesmo para os concorrentes pagos, e fadada ao fracasso (claro que não vai acontecer hoje ou amanhã, mas vai).

E você, o que acha?

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Você gosta do Blogspot? Leia isso e mude de idéia

Blogar tem se tornado cada vez mais comum e todo dia novos blogs são criados, a maioria, ou grande parte deles, no Blogger.

Existe uma lenda que diz que blogs hospedados no Blogspot são mais rapidamente indexados pelo Google e, conseqüentemente, aparecem mais nos resultados de busca.

Bobagem, eu mesmo fiz a experiência, comparando o blog que tinha no Blogspot com o novo, com domínio próprio. O atual é, sem sombra de dúvida, não importa o que o Google diga à respeito quanto à indexação, indexado muito mais rápido do que o domínio gratuito. Enquanto no Blogspot levava até uma semana, com domínio próprio já aconteceu de um post ser indexado em pouco mais de 48 horas.

O Blogger diz, em seus termos de serviço, que um blog criado ali existirá por prazo indeterminado, mesmo que o dono publique um post a cada 5 anos. Mentira, blogs são deletados aleatoriamente, ao bel-prazer dos administradores. Como eu sei? Aconteceu comigo, o embrião desse blog foi criado lá e, um belo dia, desapareceu como por mágica. Não houve descumprimento dos termos e também nenhuma explicação do porquê. Simplesmente foi deletado.

Isso leva a outra questão, o pagerank. Você cria um blog, dedica-se, capricha, até o dia em que tem uma boa visitação, quando não ótima, e um pagerank alto. Aí temos duas variáveis, a saber:

  1. seu blog não tem pagerank nenhum, o domínio Blogspot é que tem. Você não poderá transferir seu blog para lugar nenhum e, mesmo que pudesse, ninguém em sã consciência quer seguir utilizando um domínio de terceiros depois de ter sucesso. E se resolverem deletar seu blog sem prévio aviso, lá se foi o sucesso junto.
  2. Hackers mal-intencionados (ou crackers) ficam de olho em domínios hospedados no Blogspot com pagerank a partir de 3. É fácil como tirar doce de criança invadir a conta e mudar o blog de dono. Depois é só colocar um redirecionador (3 ou 4 linhas de código) e mandar todo o tráfego que você levou tempo para construir direto para alguma página pornô ou de propaganda do enlarge your penis. Como eu sei? Aconteceu comigo também, eu tinha um blog de fins puramente lucrativos (e estava lucrando realmente) que ia muito bem obrigado. Até um belo dia em que digitei a url e apareceu um sistema de busca tosco no lugar dele. Tinha sido "abduzido" e lá se foi quase um ano de trabalho.

Diferentemente do que muita gente pensa, registrar um domínio é barato e hospedagem também não é nenhum bicho de sete cabeças. Se você quer ter um blog "à sério" e, eventualmente, ganhar algum (ou muito) dinheiro com ele, esqueça serviços gratuitos como o Blogger. Praticamente tudo que você construir ali, será perdido quando partir para o domíno próprio.

Quer mais motivos? La vai:

O Blogger é um serviço direcionado para amadores, simples assim. Não dá suporte à trackback nem à infinidade de opções que Wordpress (de longe a melhor plataforma blogueira que já inventaram, não é à toa que o slogan é, em outras palavras "state of the art blogging platform") oferece. Trackback, para quem não sabe, é uma espécie de comentário automatizado. Você escreve um post linkando o post que alguém escreveu em outro blog. Lá no post linkado aparecerá um comentário com um trecho do que você escreveu, linkado para seu blog. É uma ótima ferramenta de interação e atrai leitores para seu conteúdo, além de notificar o dono do outro blog de que ele foi linkado por você.

Concluindo, vale lembrar que se você tem um blog apenas para contar o que fez no final de semana ou publicar aqueles poemas que escreve nas horas vagas, o Blogger é seu lugar ideal. Sem ofensa, mas se acontecer algo com seu blog, basta começar um novo e tudo bem.

Já se você pensa em construir algo com fins lucrativos e duradouro, registre um domínio, contrate um serviço de hospedagem e comece da maneira certa. Conselho de quem já passou por isso e sabe que não vale a pena perder tempo.

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Tag - Meus planos para 2007

O Kadu convocou à mim e mais 4 blogueiros (não necessariamente nessa ordem) para participar de uma tag (mais ou menos um meme), falando sobre os objetivos para 2007. É o velho esquema, eu passo a bola para cinco, que passam para mais cinco… Vamos lá:

Criar vergonha na cara e aprender Linux de verdade, o último contato que tive com ele foi no tempo do KDE.

Lançar minha versão do Linux, sem nome indígena (alguém ainda agüenta Kurumin, Ubuntu, Curupira, Itaqüaquecetuba?). Antes que alguém comece o flame, me respondam: alguém se preocupa com índio nesse País? O cara que escolheu o nome kurumin alguma vez visitou alguma tribo depauperada para ver se precisavam de alguma coisa?

Arranjar uma amante japonesa (se a minha namorada ler isso, mandem flores para meu velório).

Ficar menos tempo no computador, aparentemente o plano que todo blogueiro, geek, nerd faz e nunca cumpre.

Praticar algum esporte (essa até Deus duvida).

Para continuar a tag, passo a bola para os seguintes blogueiros, alguns que leio há tempos e outros recentes:

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Cuidado com os clicadores do adsense

No post anterior, comentei os "visitantes" do blog que clicam mais de 20 vezes nos anúncios do Google, aparentemente com a intenção de gerar clicks inválidos. Para quem não sabe, isso pode levar ao cancelamento da conta do blogueiro no adsense.

A solução para se livrar do problema é enviar um email para o Google adsense cada vez que isso ocorre, reportando o problema.

Pois então, quando entrei no site do Google para fazer isso, por acaso entrei num link para o fórum do adsense e me deparei com essa discussão, que vem desde outubro até dezembro.

Para quem tem preguiça de ir lá conferir, um resumo: várias pessoas que tiveram suas contas canceladas devido à clicks inválidos, agora sempre que vêem um anúncio do Google em qualquer lugar, clicam alegremente, 10, 20 ou mais vezes.

O pessoal responsável pelo Google adsense no Brasil bem que poderia dar uma passada por esse fórum de vez em quando, a solução que encontraram por lá é um desserviço. Prejudicar outros que não tem nada a ver com o problema é uma saída, no mínimo, duvidosa.

Muita gente lê os termos de serviço por cima, quando lê, e depois chora o leite derramado. Os termos são claros quando dizem que a conta é responsabilidade do usuário e que qualquer coisa estranha, por assim dizer, deve ser imediatamente reportada via email. Entrar no site do adsense apenas para pegar os códigos e depois só passar de vez em quando para ver os rendimentos é arriscado.

Uma saída é usar a extensão para Firefox Adsense Notifier, que mostra as atualizações de clicks e rendimentos com atualizações no intervalo de tempo que você escolher. Mesmo que você fature uma mixaria por dia, é muito útil para detectar quando algum desses macacos aparecem para tentar estragar seu dia.

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