Estava quase dormindo na frente do computador, nesse feriadão sonolento, chuvoso e meio frio, quando me deparo com essa maravilha.
Gyselle Soares é uma nordestina do Piauí (finalmente descobrimos uma utilidade para aquele estado) que usou de muita esperteza ao se candidatar a uma vaga no BBB 8.
Ela gravou um vídeo onde cita vários blogs conhecidos e outro onde mostra seus atributos, como direi, mais físicos.
Claro que a blogueiragem gostou da idéia e a repercussão está crescendo. Gyselle está se transformando rapidamente em um viral, e que viral, diga-se de passagem.

Seu perfil no site do Big Brother Brasil 8 tem 84% de aprovação, provavelmente porque 84% de quem acessa o perfil é homem
.
Então, caro leitor, vamos dar uma força para a moça mostrar o que que o Piauí tem, clique nesse link e cumpra com seu dever cívico.
Claro que a votação online não tem valor real na escolha dos candidatos, mas a maciça aceitação aliada ao buzz Internet afora só vai ajudar.
Está se perguntando e os vídeos?
No Xpock você encontra os vídeos e mais fotos da Gyselle.
Na última semana li um texto bem interessante no Techcrunch sobre o download ilegal de música e como nada que for feito contra surtirá efeito. Quem tiver tempo pesquise por lá que vale a pena ler, eu desisti de tentar encontrar, parece que o site é atualizado umas 87 vezes por dia, o que enterra tudo rapidamente nos arquivos.
Sem entrar no mérito da propriedade intelectual e no trabalho roubado de alguém, é fácil entender porque a música é o que sofre o maior baque nessa área.
1. Um CD completo, com ótima qualidade, não passa de 100 MB, o que facilita o download até em conexões mais lentas.
2. Um ouvido normal, e por normal digo alguém que não seja regente da sinfônica de Nova York, não diferencia um CD queimado no Nero de outro comprado oficialmente.
3. Alguns alegam que gostam de encartes com letras, eu mesmo costumo ouvir meus CDs acompanhando a letra do encarte. Mas somos minoria, e muitos CDs estão simplesmente omitindo as letras, o que para mim é um pecado mortal.
4. No caso específico do Brasil, as gravadoras lançam apenas lixo comercial de quinta categoria. A última vez que entrei em uma loja de discos, era só pagode, sertanojo e outras bombas de uso exclusivo das forças armadas. Eu procurava por um CD do Portishead que simplesmente não foi lançado no Brasil. Havia algumas cópias importadas, mas por 120 reais. Vamos combinar, mais de 60 dólares por um CD simples?
5. Não, ninguém me convence que um CD deve custar 40 reais, não importa quão cruel seja nossa política de impostos.
6. Muita coisa dos anos 80 e 90 está esgotada ou nunca foi lançada em CD. Tente encontrar alguma coisa de Smiths, The Cure, Talking Heads e outros menos ilustres. Com muita sorte você consegue uma coletânea meia-boca.

Já a pirataria de filmes tem a ajuda da péssima qualidade de 99% do que se produz jogando contra, entre outros fatores.
Raciocine comigo, uma ida ao cinema no final de semana implica em gasolina+estacionamento+ingresso+uma passada no McDonald's (se sua namorada não for muito fresca) que não sai por menos de 60 reais. E gastar essa grana em tempos magros como os de hoje para ver uma porcaria não é exatamente divertido.
Bons filmes não são afetados, muito pelo contrário. Tropa de Elite está indo bem nas bilheterias e dificilmente teria feito tanto sucesso sem a ajuda do torrent e do camelô da esquina.
Filmes de fora do cinemão hollywoodiano costumam ser exibidos no cinema mais distante da sua casa, geralmente aquele em que a maior sala comporta no máximo 100 pessoas cotovelo-a-cotovelo no espaço lotado. Quando raramente atingem uma sala de localização mais privilegiada, ficam em cartaz por no máximo uma semana, você não tem nem tempo de descobrir que estava sendo exibido.
Por último, e isso vale tanto para música quanto para filmes, criou-se uma cultura segundo a qual arte não tem preço, literalmente.
Não importa o quanto você gasta para produzir um disco ou um filme, é fácil encontrar fóruns e mais fóruns onde os administradores mantêm tudo do próprio bolso, geralmente não utilizando nenhum tipo de remuneração via qualquer espécie de anúncios. Tudo isso pelo prazer de compartilhar tudo que é produzido, de discos do Falcão até versões completas de qualquer software.
E não, não adianta dizer que esses downloads contêm vírus ou tentar qualquer outra forma de terrorismo. Quem baixa nesses fóruns sabe muito bem onde está pisando.
Agora, emporcalhar um DVD legal, que eu paguei com meu dinheiro legalmente merecido, com filmezinhos pregando contra a pirataria, faça-me o favor.
O Marco Gomes removeu totalmente e o Gilberto reduziu ao mínimo o uso do Adsense em seus blogs. A frustração vem da constatação de que não rendia nada face ao conteúdo que produzem.
Noshperatt, por sua vez, começa a se aprofundar na questão dos nichos e, mais importante, por que alguns nichos rendem e outros não.
O que o blog do Marco e do Gilberto têm em comum? Escrevem para um público que é o chamado "techsavy", o pessoal que nem enxerga anúncios, muito menos clicar ou comprar algo através de um link patrocinado.
Para quem pensa que esse problema é exclusividade de quem escreve em português, recomendo assistir ao vídeo que o Darren Rowse publicou recentemente, falando exatamente sobre esse assunto. O vídeo explica porque ele não utiliza mais anúncios do Google no problogger.net.
Como nem todos dominam o inglês, vou resumir alguns pontos que parecem ser comuns a qualquer blogosfera, seja em que língua for.
Ao mesmo tempo, ele aponta soluções que podem ser facilmente aplicadas a cena brasileira, com um pouco de criatividade.
Antes de falar nisso, um aparte:
A blogosfera brasileira parece pensar muitas vezes que o Adsense é o único programa de afiliados que existe. Não estou dizendo que é o caso dos blogueiros citados, todos sabem que o Marco é responsável pelo Boobox, e o Gilberto é muito inteligente para ter esse tipo de visão. Falo de blogueiros iniciantes, que pensam que esse tipo de anúncio é a panacéia universal.
Não só os metablogs padecem de carência de cliques, todo blog focado em leitores de nível técnico mais alto vêem o mesmo acontecer.
Isso não quer dizer que é impossível ter uma boa renda com esse tipo de site, mas requer bem mais trabalho:
Uma dica não técnica para concluir: leia esse artigo do Bruno Alves, no qual ele fala, entre outras coisas, sobre certas práticas e idéias que têm se espalhado pela blogosfera e que mais atrasam a vida dos blogs do que qualquer outra coisa.
A história começa com uma explosão, confundida com um ataque atômico, que dá início à terceira guerra mundial. Na verdade o causador da mesma é Akira, um menino com poderes "psiônicos".
Acontece um salto de 31 anos, Tokyo se transformou em Neo-Tokyo, uma cidade tão futurista ou mais do que a Tokyo atual.
Não espere nada parecido com os desenhos animados ocidentais, eu diria até que, se fosse um filme, poderia ser dirigido pelo Quentin Tarantino.
Por falar em Tarantino, alguém mais concorda que seria bem interessante um anime dirigido por ele, no estilo da animação que é mostrada em Kill Bill?
[youtube]qT_SLtKoeVY&rel=1[/youtube]
Passando pelo Jovem Nerd, veio a inspiração:
O anime Ikkitousen, que flerta com o gênero Hentai, terá figuras da personagem Kanu lançadas em Janeiro de 2008.

Quando digo que os japoneses são pervertidos, o digo como elogio (viu, Erica
).
Outro dia, estava lendo os comentários em um blog americano sobre a Hayden Panettiere ter completado 18 anos. Do nada, surge alguém acusando todo mundo de tarado por falar de, nas palavras da comentarista, praticamente uma criança.
Um minuto de silêncio pelas opiniões estúpidas.
No seriado Boston Public, que eu costumava assistir na Fox, um professor começa a namorar uma aluna do último ano da High School, ela tem 18 anos e ele algo em torno dos 29.
Uma professora fica sabendo do namoro e, pensando que a garota ainda é menor de idade, dispara: "a child?" ou, em bom português, "uma criança?".
Em uma época em que o politicamente correto passou de piada a fato (alguém mais leu por aí que o governo quer desarmar a polícia e colocá-la de bicicleta no meio do tráfico de drogas dos morros?), é bom ver que os japoneses não estão dando a mínima para o que pensam os decadentes ocidentais. Há decadência por lá também, certamente, mas eles não a disfarçam.
Uma coisa é lutar contra a pedofilia e a pornografia infantil. Eu defendo a castração seguida de enforcamento para quem pratica essas barbaridades.
Outra muito diferente são os verdadeiros delírios que se vê por aí, inclusive na Internet.
Quando vazaram fotos de uma garota dando uns amassos com o namorado em uma festa qualquer, garota essa que estava lá de livre e espontânea vontade, vi algumas bobagens dignas de pena espalhadas em alguns sites.
Um deles questionava se, por ela ter 17 anos (se não me engano), não seria o caso do namorado ser processado por pedofilia.
Uma garota de 17 anos não é exatamente a imagem da inocência em um País como o Brasil.
As ruas das grandes cidades estão cheias de meninas se prostituindo desde os 10, 11 anos. Isso sim é um problema, não uma filha da classe média dando amassos como qualquer garota normal.
Quer fazer algo por crianças que realmente necessitam? Largue seu site de mão por algum tempo e adote uma criança dessas. Não precisa levar para casa, adote financeiramente. Destine um valor mensal para alimentação e estudos e monitore de perto o uso desse dinheiro. Há instituições que cuidam disso com seriedade, basta procurar.
O Gilson me passou uma tag interessante que, aparentemente, já circula pela web desde os tempos do guaraná com rolha, hehe…
Já faz um tempo que não posto nenhuma por aqui, então lá vai. O processo é simples:
1. Pegar um livro qualquer.
2. Abrir na pagina 61 e copiar a quinta frase inteira.
3. Postar a frase no blog.
5. Repassar para 5 blogs.
Vamos lá então.
Disso não lembro, mas no fim da festa todas as jóias da minha mãe e da minha irmã foram roubadas.
O livro é Mate-me por favor, de Legs McNeil e Gillian McCain. No Brasil ele ganhou o subtítulo uma história sem censura do punk. Por sinal a tradução foi bem fiel ao original.
Esse livro conta a história do punk rock, acompanhando a trajetória do movimento desde seu embrião, nos anos 60, através de entrevistas com o pessoal que estava lá como testemunha ocular: Iggy Pop, Dee Dee e Joey Ramone, Debbie Harry, Malcolm MacLaren e muitos outros.
A frase que citei tem uma continuação muito interessante para deixar de fora:
Eu estava tão chapado que fiquei andando por lá com uma sunga vermelha e nada mais, exceto suásticas de batom vermelho pintadas por todo o corpo.
O protagonista dessa história é Handsome Dick Manitoba, da banda The Dictators, famoso na época por organizar festas que não deixavam pedra sobre pedra. Essa, por sinal, foi na casa de seus pais, que estavam viajando.
Apesar da tag ser das antigas, vou convidar alguns blogueiros que podem dar uma visão interessante:
Você envia seu anúncio por email, faz a transferência do valor via paypal e voila, seu anúncio está no ar.
Isso é típico dos grandes, facilitar a vida dos possíveis anunciantes para gerar mais dinheiro e crescer mais ainda.
Corta para o Brasil.
Dia desses vi a possibilidade de patrocinar determinado evento na blogosfera brasileira. Havia um email para entrar em contato caso você estivesse interessado e nada mais.
Pois resolvi me informar a respeito. Enviei um email e fiquei aguardando. TRÊS dias para a resposta, que nada mais era do que um pedido de desculpas pela demora em responder e a promessa de entrar em contato mais adiante.
Isso foi aproximadamente há um mês.
Não recebi mais nenhum contato, nada, niente.
Não vou citar nomes porque, sinceramente, estou tão pouco interessado em polêmicas vazias quanto estou por essa blogosfera amadora e incompetente que nos cerca.
Há profissionalismo em algum lugar? Há, mas dá para contar nos dedos de uma mão.
Se eu quiser anunciar no Meio Bit, basta clicar em um link, já sei de início onde será exibido meu anúncio e em qual formato.
Não fiz a experiência, mas garanto que se hoje enviasse um email para o Edney, perguntando o que deveria fazer para anunciar no Interney Blogs, seria prontamente atendido com as informações que se buscam nesses casos: formatos de anúncios x preços x prazos.
Se você abre seu site para anúncios diretos, o mínimo que se espera é que você seja rápido para responder e tenha essas informações na ponta da língua.
TRÊS dias para responder dizendo que irá responder no futuro?
Give me a break.
Se você busca a profissionalização, precisa estar preparado desde sempre para essas situações. Em um dos meus primeiros sites, que hoje está desativado, recebi vários pedidos de informações sobre venda de anúncios. Isso que não havia nenhuma forma de contato específico para isso.
Como o tráfego era considerável, sites do mesmo nicho buscavam informações e fechei várias parcerias proveitosas, tanto financeiras quanto amigáveis.
Já negociei anúncios na madrugada, via MSN, porque era o melhor horário para o interessado.

Ninguém chega a lugar algum apenas criando e propagando hypes. Eles são uma forma válida de crescimento, mas não são, e nunca serão, um fim em si próprios.
A melhor forma de criar publicidade negativa é não dar atenção a seus leitores, principalmente se eles podem tornar-se uma fonte extra de renda.
E tenho dito.
Adicionando um pequeno código ao seu tema, são exibidos botões que permitem aos seus leitores enviar seus artigos para o Rec6, Ueba, Dihitt, Linkto e del.icio.us.
O resultado você vê no final desse post. Os botões enviam o link e o título, facilitando a vida do leitor.
Instalação
Descompacte e envie o arquivo socialize.php para a pasta plugins do Wordpress.
Utilize os códigos abaixo onde você quiser exibir os botões. Um bom local é após o conteúdo dos posts, antes dos comentários. Escolha os que quiser exibir, você pode escolher apenas aqueles que se encaixam melhor no perfil do seu site.
Rec6: <?php rec6();?>
Uêba: <?php ueba();?>
Linkto: <?php linkto();?>
Dihitt: <?php dihitt();?>
del.icio.us: <?php delicious();?>
Se você for utilizar o botão do Uêba, é necessário alterar uma pequena parte do código, já que o mesmo usa o nome do blog no envio do artigo. Abra o arquivo socialize.php em um editor de texto e procure pela linha 32. Onde se lê NOME+SEU+SITE, substitua (dahh) pelo nome do seu blog, no mesmo formato utilizando o símbolo + para separar as palavras.
Ative o plugin e está feito.
As imagens utilizadas são as fornecidas pelos sites, se você quiser, pode hospedá-las em seu servidor. Para facilitar, elas estão na mesma pasta do plugin.
Qualquer bug ou problema, deixe um comentário.