
Anticristo (Antichrist, 2009), trabalho mais recente do cineasta Lars Von Trier, vem sendo erroneamente definido como um filme de terror mídia afora, quando na verdade é um grande drama sobre culpa.
Digo grande porque ele parece durar 3 horas de tão lento, chato e equivocado.
É comum um cineasta com fama de genial ter sua obra analisada sob esse aspecto. Se Von Trier fosse um ilustre desconhecido, esse filme certamente seria lançado diretamente em DVD e não receberia nem ao menos uma resenha.
A sinopse:
Casal perde o filho único, que cai pela janela no melhor estilo Isabella Nardoni.
A mãe se culpa por estar fazendo sexo enquanto isso acontece e culpa o pai por não ter morrido no lugar da criança. O pai meio que aceita essa culpa, já que irá apanhar mais do que boi ladrão da mulher, calado, ao longo da história.
Para completar, é insinuado que a mulher maltratava a criança e até mesmo teria colaborado para o acidente, mesmo que inconscientemente.
Os equívocos do filme são vários:
- Cenas de sexo explícito em filmes “sérios” não são novidade há pelo menos 30 anos e raramente acrescentam algo à trama.
- As cenas de mutilação beiram o cômico, em uma época acostumada à banalização de tais cenas por franquias como Jogos Mortais.
- A escolha dos atores.
Willem Dafoe é especialista em fazer o papel de Willem Dafoe e não chega a comprometer, o grande problema foi a escalação de Charlotte Gainsbourg para o papel de psico-esposa.
Apesar de britânica, ela foi criada na França e tem sérios problemas de dicção. Ou isso, ou tomou uma overdose de botox no lábio superior durante as filmagens. Sério, o lábio superior da moça não se move uma única vez quando ela fala.
O resultado é que algumas de suas falas são completamente incompreensíveis. Se o diretor queria escalar uma estrangeira, que pelo menos ela dominasse a língua inglesa… ou movesse a boca para falar.
Não vou me estender mais, assista se você tiver tempo sobrando, mas depois não reclame.
Ainda bem que você vai morrer escrevendo em blogs.
Você pensou sozinha nesse argumento ou pediu para alguém escrever para você?
O melhor de tudo nem sempre é o filme, embora não seja o caso. É poder deparar-se com as diferenças inerentes a cada indivíduo. Partindo de um grau de profundidade que só mesmo as experiências individuais de cada um ganham transparência e peso. Particularmente considerei este, sem sombra de dúvida, a maior obra prima de Lars Von Trier. Inefável!
hããã?????
Quando voce mencionou que o mundo banalizava esse tipo de coisa e justificou dessa forma simplista (“ihh,ja tem um monte de filme que mostra isso”) voce estava tentando é ter um bom argumento pra se permitir ser assim sem muito questionamento.
Olha que indiferenca voce demonstra ao fazer piada com uma pessoa inocente morta.
E nao, o mundo nao banaliza isso nao, banaliza é a putrefação alheia pra nao ter que ter a sua própria julgada. Mas eu nao ligo de ter a minha julgada.
Que bom que você VIVE escrevendo este Blog!
Eu çou um tról idiota e não conçegi ler nada, é brabu se analfabetu.
Será que assistimos ao mesmo filme? Será que é difícil compreender que alguns diretores fazem arte? Ou não se compreende e não se pode conseguir viver arte. Cinema não é Coca-cola, aquilo que se toma aqui e se arrota depois. É vinho, degustação. No caso do cinema e principalmente de Lars Von Trier, vivência de emoções e sentimentos. Como ele mesmo disse, e concordo que Anticristo é um grito. Mas não se pode esperar que todos entendam isso ou vivam isso, né.
Parabéns a todos os pseudo intelectuais que comentaram por aqui. Vocês são verdadeiros entedidos de cinema! UAU!
Essa sua “análise” do filme é séria?
Será que vimos o mesmo filme?
Estou seriamente preocupada…..
O filme é perfeito na maioria de seus aspectos e não merece uma “análise rasa dessas”….
“ao melhor estilo izabela nardoni”… que frase infeliz. perdeste uma bela oportunidade de ficar com sua boca fechada!!!!
Excelente filme sobre a natureza humana. Talvez por isso muita gente deteste ou não tenha caragem de continuar assistindo após alguns minutos.
Um legítimo Lars Von Trier. Nota 10.
O filme é bom, mas não é nem de longe o melhor do Lars. Sobre as cenas e diálogos incompreensíveis, acho estranho essa necessidade que algumas pessoas tem de querer compreender tudo. Assistam Alphaville do Godard ou O Bebê Santo de Mâcon do Greenaway e tentem entender. Existem questões no cinema que ultrapassam o entendimento puro e simples.
Respeito a opinião do dono do blog, mas acho que ele deveria apresentar argumentos mais consistentes e não simplesmente essa idéia de que as coisas coisas já foram feitas. Afinal de contas, quase tudo já foi feito.
“The cinema is dead, it was destroyed by Godard” – Peter Greenaway
Você é mesmo muito ruim, seu texto expressa sua imensa incapacidade de refletir… “É necessário ser superior à humanidade em força, em grandeza de alma – e em desprezo..” (Nietzsche – Anticristo)
Os que fizeram desta crítica uma das mais populares no google (terceira consulta quando procurado: “anticristo lars von trier”) são os mesmo que julgam ela um lixo. É igual a tribo dos leitores de CARAS que acha um absurdo falar sobre a vida dos outros.
O que agente gosta mesmo é de uma baixaria, tal como esta crítica e o filme do Lars Von Trier.
O senhor Lars Von Trier tem em seus filmes algo de enfadonho, algo de ritmo dominical, isso é um estilo…para nós, póspóspósmodernos o tempo célere é nosso calabouço preferido, o motor da percepção e talvez o estilo de Von Trier cause “danos” a este tipo de percepção…outra coisa: não é porque o diretor ou escritor aborda um mesmo tema infinitas vezes abordado que ele é ruim ou vai ser prevísivel, a originaridade nunca virá daí…virá sim, do modo como é tratado na obra…pouco importa se já foi dito milhares de vezes, importa como foi dito em determinado momento, que forças atuaram no que foi dito, e nisso, no filme ANTICRISTO DE VON TRIER é inegavelmente bem sucedido…e apreciável…creio que a “o esporro análitico” de quem faz este blog não refletiu qualquer opinião sobre o filme, ou mesmo sobre nada, apenas se limitou a pobrerrímos gracejos…generosos em mostrar a superficialidade de quem analisou…
Nunca em toda a minha vida eu vi uma crítica tão lamentável!!!
é de uma grosseria, de um pretencionismo, meio juvenil, meio só burro mesmo, não um estupidez proposital, o que seri amuito mais do que isso… lixo
me dei ao trabalho de comentar isso pq essa crítica aparece na primeira pagina do google na pesquisa por anticristo lars von trier
Valeu pela crítica, eu já não tava com vontade de ver o filme, agora não vejo nem ferrando =D
ahhhh! não mereço tanta consideração assim…assisti o filme, vai..!é lagal!!!!!
Pseudo-intelectual citando Nietzche pra se justificar é tão patético quanto crentes citando bíblia…
comente o filme. senhorito!… se uso NIETZSCHE OU FAUSTÃO para comentar o que quer que seja…isso é secundário…não diminui nem aumenta…preste atenção no que foi dito..ahhhh! praquê tentar explicar…(?)…nem vale a pena…
tirada genial!
O NORONHA que é o anti-jóta-cristo !
( leia-se: o que o cara não precisa aturar pra ganhar uns “trocados” no final do mês )
Nem foi preciso terminar de ler o texto pra perceber como sua análise do filme é superficial e ridícula.
concordo com o michel…
o que choca não é o filme, e sim a sua “resenha”…
esse filme possui tanta profundidade metafísico-contemplativa do ser-com quanto os imperativos categóricos dos filmes da maior produtora brasileira,a Brasileirinhas
Analise superficial que parece uma redação de aluno do ensino fundamental…