Nosferatu (Nosferatu, eine Symphonie des Grauens) – 1922

Primeira filmagem do clássico de Bram Stoker, Nosferatu mostra um vampiro muito diferente dos que foram popularizados pelo cinema ao longo dos anos. O vampiro desse filme desperta pena e passa longe da imagem de galã sedutor.
Para assistir independentemente do fator histórico; é um grande filme até hoje.
Drácula (Dracula) – 1931

Considerado por muitos o filme de vampiros mais importante de todos os tempos, Drácula sentou os pilares que dariam rumo ao gênero nas décadas seguintes.
Bela Lugosi inventou o vampiro moderno, criando um personagem sofisticado, sedutor e sexy.
Drácula (Dracula) – 1958

Em 1958, Christopher Lee (sim, o Saruman) assume o papel herdado de Bela Lugosi, tornando-se o vampiro mais famoso do cinema até hoje.
Através da produtora inglesa Hammer, ele estreou inúmeros filmes de vampiros, até meados dos anos 70.
A Dança dos Vampiros (The Fearless Vampire Killers) – 1967

O final dos anos 60 deu origem à várias ramificações que continuariam durante os anos 70.
A Dança dos Vampiros talvez seja o primeiro filme de um diretor famoso à misturar comédia, erotismo leve e terror em um único filme.
Hoje em dia já está envelhecido, mas continua sendo uma boa opção de entretenimento.
As Filhas de Drácula (Vampyres) – 1974

Os anos 70 foram responsáveis pelo maior número de bizarrices do gênero, com o lançamento de vários filmes de exploração. Lésbicas, vampiros de outros planetas etc etc.
As Filhas de Drácula chegou a sofrer cortes em vários países, dada a ousadia das cenas. Apesar do forte apelo erótico, ainda assim é um bom filme de vampiros.
Fome de Viver (The Hunger) – 1983
O início dos anos 80 trouxe de volta o gênero, no mais dark de todos os filmes de vampiros, com direito à Bauhaus na trilha sonora e David Bowie como vampiro. Em tempo, Catherine Deneuve aparece espetacularmente nesse filme no papel de vampira-mor.
A Hora do Espanto (Fright Night) – 1985

A Hora do Espanto deu início ao gênero que ficaria conhecido como “terrir”, por misturar horror com comédia. Independente disso, o filme é muito bom. Se você descontar a precariedade dos efeitos especiais, é diversão de primeira.
Entrevista com o Vampiro (Interview With the Vampire) – 1994
A principal referência do gênero nos anos 90, é também o último filme decente de Christian Slater, antes de sua carreira descer pelo ralo.
Baseado no livro de Anne Rice, conta as aventuras de Lestat e sua trupe, que inclui Brad Pitt e Kirsten Dunst em sua estreia no cinema (já com os dentes acavalados que exibe até hoje, aparentemente ainda não deu para colocar um aparelho).
Buffy – A Caça-Vampiros (Buffy – the Vampire Slayer) – 1997

Buffy marca uma virada de página nas histórias de vampiros, mesmo que involuntariamente. O filme fez sucesso e deu origem a série de TV de mesmo nome, onde aparece a figura do vampiro bonzinho que não mata ninguém e caça seus semelhantes.
Crepúsculo (Twilight) – 2008

Baseado no romance de Stephenie Meyer, já tem uma sequência garantida e, a julgar pelo sucesso, infinitas continuações de fazer inveja a Harry Potter.
Crepúsculo é o fundo do poço dos filmes de vampiros, com suas criaturas sem sal e sem açúcar, que brilham ao sol ao invés de morrer.
A legião de fãs do sexo feminino é imensa, formada em sua maioria por adolescentes histéricas e trintonas mal-amadas com síndrome de Cinderela.
A coisa vai longe…
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crepusculo é muuuuuito sem sangue.
é muuuito não vampiro isso.
A evolução se refere a como é abordado e os filmes citados são (eu diria) todos bem interessantes e bons!
Crepusculo é filme para adolescentes emos, não dá para ser considerado.
“Let the right ones in” é atual e muito bom! Também pudera, é europeu…
Faltou o Drácula de Bram Stoker do Coppola, essencial e meu filme predileto de vampiros, esteticamente deslumbrante – descontando o fato de que eu ainda não vi os clássicos mais antigos até a década de 70. A Sombra do Vampiro também é um grande filme.
Sabe, a “apresentação” dos vampiros de crepúsculo pode até ser (e é) ridicula. Mas a questão não é que eles sejam “criaturas sem sal e sem açúcar, que brilham ao sol ao invés de morrer”, e sim como a autora descreve e da vida a eles na saga. Não tem lógica críticar algo que não se conhece, né? ahaha
Por ser jogador de Vampiro a máscara que é um RPG extremamente bem desenhado, fiquei com extrema dificuldade em gostar de filmes de vampiro que sempre mostra um histórinha michuruca sobre a mitologia vampiresca.
Mais dos filmes acima meu predileto é Entrevista com vampiro.
Oj, já que o assunto é vampiros, deixa eu dar uma dica de uma animação 3D brasileira sobre vampiros, que está rolando no Youtube. A chama “A Primeira Vez” e é um vídeo muito bom mesmo, com uma história surpreendente e uma qualidade acima da média para produções independentes.Foi feita por um artista brasileiro chamado Eder Walter, com uma dublagem muito boa feita por membros do Dublanet. O endereço do vídeo é http://www.youtube.com/watch?v=mYhBEnEzgwg
Vale a pena conferir e prestigiar o talento dos artistas brasileiros.
“‘A legião de fãs do sexo feminino é imensa, formada em sua maioria por adolescentes histéricas e trintonas mal-amadas com síndrome de Cinderela.’ #euri
Nos seriados, o marco é True Blood.” [2]
Acho que o título deveria ser “A infantilização dos filmes de vampiro”. Esse Twilight é de doer.
Não senti falta do filme do Coppola. Acho ele uma porcaria, as versões de Nosferatu tanto a primeira de Murnau quanto de Herzog são adaptações muito mais interessantes do romance de Stocker.
Sobre ‘A dança dos vampiros’, ele tem muito mais sentido se você assistir alguns filmes da Hammer antes, é melhor entender as paródias quando se sabe o que se está fazendo chacota.
Crepúsculo… nossa, sem comentários, pensei que aqui era pra ser assunto sério do tema.