
O slogan ali em cima fala que esse blog é sobre blogs, internet, opinião e mau-humor. Sim, eu sei que você sabe ler.
Realmente, quem chega aqui pode pensar, à primeira vista, que falo mal de tudo e mais um pouco. Pensando bem, à segunda, terceira, n-vistas também.
Mas é difícil não falar mal do que Stanislaw Ponte Preta chamaria de FEBEAPA, ou o “Festival de Besteiras que Assola o País”.
Tenho um novo hobby por esses dias, que é assistir à comerciais. É minha impressão e má-vontade ou a publicidade brasileira nunca esteve tão ruim?
1. Comerciais de Margarina
Uma casa linda, uma família idem. Todos sentam-se sorridentes à mesa do café da manhã. Para comer…
Pão com margarina.
Eu sei que o cenário de uma favela, com o peão de obras acordando às 5 da manhã e tomando café preto no copo de geléia não é exatamente um modelo vendedor.
Mas vamos combinar, quem tem uma vida de comercial de margarina não come margarina. Eu não como margarina, prefiro pão puro se for o caso. E não sou exatamente o Bill Gates no quesito finanças.
2. Comerciais de Cerveja
Todos gostam de mulheres de biquíni. Eu gosto muito de mulheres de biquíni. A única coisa boa que esses comerciais faziam era exibi-las em profusão.
Pois agora, não sei se por influência da praga do politicamente correto, temos que ver Karina Bachi, Juliana Paes e outras “interpretando” e, pior de tudo, vestidas. De brinde, homens nos comerciais.
Sr. Publicitário, quer que compremos sua cerveja? Mais pele e menos palavras, de preferência nenhuma.
3. Comerciais de Desodorante
Um desodorante em especial, que nem que eu gostasse de AXÉ diria o nome, fazia bons comerciais, criativos e inclusive mostrando várias, como direi, gostosas de biquíni e coisas do gênero.
Agora, resolveram “inovar”, com comerciais insossos onde homens, ridículos, são os protagonistas.
Sr. Publicitário, se você deseja que eu cheire a produtos que ficariam melhor na prateleira de doces do supermercado, pelo menos coloque uma moçoila sedutora tentando me convencer.
4. Comerciais de Filmes Dublados
Estava assistindo a um comercial de um filme qualquer, e quando um dos personagens vai falar uma daquelas frases de efeito típicas… Dublado.
Eu sei que nosso povo é analfabeto e provavelmente nem sabe que DVDs vêm com a opção de assistir com som original e legendas.
Mas quem vai ao cinema costuma ter um padrão cultural um pouco mais alto, o que quer que isso signifique.
Se existe algo que me deixa com nenhuma vontade de assistir a um filme é ver meu ator favorito falando com a voz do pipoqueiro da esquina.
Dublagem se justifica em desenhos animados, assim mesmo aqueles direcionados ao público não-alfabetizado ainda.
Dubladores precisam trabalhar? Problema deles.
5. Comerciais de Financeiras
Quem recorre a um agiota legalizado atrás de dinheiro sabe que isso é um recurso de desesperados, já que é melhor passar 5 anos no SPC do que pagar 17% de juros ao mês. Logo, parem de contratar o Luciano Huck para dizer que a financeira é minha amiguinha.
Eu sei que o público do Luciano Huck tem um QI digno de ostras, mas eu acho que até eles sabem a roubada que o cara está divulgando.
No mínimo, fica chato para a imagem do sujeito. Partindo do princípio, é claro, de que alguém na Globo não faria qualquer coisa por dinheiro.
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Faltou um dos mais intragáveis: bancos.
Neles o banco não é nem mesmo uma empresa, chega quase a ser um amigo que vai tornar a sua vida muito melhor.
O pior é o ****. Eles forçam tanto a barra que no início do extrato mensal está escrito: Resumo do Relacionamento. Você é casado com o banco e não sabia…
Ah, mulher em comercial de desodorante não é sinônimo de boa propaganda… tem um com uma tal de “Barbara Blade” que a mulher sai correndo por toda a cidade e esfregando o suvaco na cara do macharedo. Eca… nojinho!
Mas eu tô escrevendo para ver se tu confirma um boato que ouvi por aí: é verdade que um blogueiro famoso vai ser garoto-propaganda do Magazine Luiza? Parece que o cara foi visto fazendo umas fotos por lá…
Beijo!
Pior ainda são o chamado comercial varejão… mas o pior ainda é que até a tv a cabo tá enchendo dessas melecas… e ainda a tal da discovery e a nat geo tem mais propagandas dos programas deles do que programas.
Aliás acho que vou entrar o NTV (no tv) eheheh
Gisele,
.
Aguarde… Quem viver, verá
Comerciais são chatos. A gente pula sobre a maiora deles porque a gente vê os programas quando pode.
Obrigada por amnter meu espacinho aqui, j. noronha.
Esqueceste um importante: comercial de iogurte funcional, como Activia. Eles falam como se fazer cocô todo dia fosse uma incrível conquista a ser agradecida pra Danone a cada visita ao toillete.
E ainda no assunto cocô, temos o maravilhoso comercial do Pedrinho…
você realente está de mau humor, hehehehe. mas, tem razão, a publicidade brasileira está indo por água a baixo. por isso que não assisto mais televisão. E olha que vocÊ nem falou dos comerciais das Casas Bahia, hehe.
Comerciais até não me irritam tanto, mesmo sendo ruins. O que mais me irrita ou incomoda, é o tal do merchandising. Mas dos que lembro agora onde tem, Pânico na TV e CQC, fazem um enorme bloco só de propagandas e seus anunciantes no início ou fim do programa.
Daí no programa em si, não tem intervalo, é direto. Nestes programas isso não me incomoda.
Lol, televisão só para ver futebol, mais nada
“É minha impressão e má-vontade ou a publicidade brasileira nunca esteve tão ruim?”
Não está ruim, está É MUITO RUIM.
Mas campeão mesmo são aqueles de produtos gringos que custam mais de 500,00 ligando agora, mas que acha na net por menos de 100 reais, inclusive o mesmo produto.
“tem um com uma tal de “Barbara Blade”"
Este deveria ser banido da TV mundial, junto com um da colgate, em que tem uma família, nele o ator diz algo, mas só depois de meia hora é que sai o som da dublagem, tosco, extremamente tosco os 2.
Agora tinha um que meu irmão tinha odio mortal, era de um curso de inglês para crianças, era o comercial mais longo da TV (paga) do Brasil, nele o cara repetia a mesma frase, pelo menos umas 10 vezes em cada exibição, isso quando exibiam 2 ou 3x seguidas, aquilo era de matar, ainda bem que parou, estava vendo a hora que meu irmão ia avançar na televisão e quebrar tudo.